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Terceira Ponte: a realidade do sonho

Publicado em 31 de agosto de 2016 às 11h40

 

O idealizador do projeto da Terceira Ponte, Élcio Alvares, fala um pouco sobre como surgiu a ideia de construir a ponte e também do seu orgulho em ver o desenvolvimento que foi proporcionado por ela. Élcio governou o Espírito Santo de 1975 a 1979. 

Divulgação.

Divulgação.

“A Terceira Ponte não é um projeto isolado e nasceu de uma visão mais ampla, visando o desenvolvimento da Grande Vitória, servindo-lhe como eixo e facilitando a expansão do aglomerado urbano. O projeto nasceu de um sonho, que era interligar Vila Velha a Vitória e, daí, aos outros municípios, desafogando o trânsito, que vivia engarrafado, e ampliando a mobilidade urbana.

De início apenas uma ideia que discuti com o então Secretário Belmiro Teixeira, ela começou a tomar forma a partir da contratação do Escritório Figueiredo Ferraz, que preparou o projeto. Com sua ajuda, definimos o formato, adotando o desenho em curva, para preservar o Convento da Penha, ícone do Estado. Assim que o projeto ficou pronto, mobilizei-me para concretizá-lo e obtive a ajuda do Presidente Ernesto Geisel, a quem apresentei a ideia da construção em uma visita ao Espírito Santo. Fizemos o sobrevoo da região e mostrei-lhe o local onde pretendia construir a Terceira Ponte.

O passo seguinte foi apresentar o projeto ao Governo Federal, buscando aprovação para a contratação do empréstimo externo de 30 milhões de dólares para a sua construção, ao mesmo tempo em que o Governo Estadual começava a prepara a infraestrutura para recebê-la. A Ponte não era uma obra isolada em si, mas pensada como continuação da Rodovia do Sol e um grande traçado urbanístico para a Grande Vitória, com base em estudos de desenvolvimento realizados pelo Instituto Jones dos Santos Neves.

Aos poucos e a partir do apoio do Presidente Ernesto Geisel pude antever que o sonho se tornaria em realidade. Então, demos início às obras com os olhos voltados para o futuro, pensando no Espírito Santo anos à frente e oferecendo a ligação como instrumento capaz de ajudar neste desenvolvimento e na integração das regiões. Os trabalhos começaram e progrediram rápido, deixando antever a grande obra que teríamos ao final, na sua conclusão.

Das coisas pela quais lutei, pensando no futuro e no desenvolvimento do Espírito Santo, a Terceira Ponte é uma das que mais me orgulham. Olhando em perspectiva, vejo que a decisão foi acertada e entregamos ao Estado – muitos anos depois, é verdade – um instrumento fundamental ao seu desenvolvimento e à mobilidade urbana na região da Grande Vitória.

Hoje, com orgulho, posso dizer que a Terceira Ponte se transformou em marco, não só por ser a maior obra de engenharia civil do Espírito Santo, mas também por ter possibilidade que o sonho de ver o Estado crescer e se desenvolver, se consolidou, muito graças à iniciativa que transformou-se em parte de nossa paisagem”.

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