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RodoSol utiliza rapel para inspecionar a Terceira Ponte

Publicado em 31 de agosto de 2017 às 12h00

 

Um dos principais cartões postais do Estado e importante via da região metropolitana capixaba, a Terceira Ponte exige cuidados especiais. O recurso, chamado alpinismo industrial, é utilizado tanto para retirar amostras do concreto dos pilares da ponte quanto para realizar reparos em locais onde o concreto foi alcançado por agentes corrosivos como a maresia, por exemplo.

O trabalho, que começou nesta semana,  está sendo realizado para reparos na estrutura de concreto dos pilares localizados sobre o mar e cobre o Canal da Costa, com altura superior a 30 metros. A previsão é que os alpinistas trabalhem na estrutura durante o mês de setembro.

Como o alvo da inspeção são os pilares da ponte nos quais não é possível levar e utilizar toda a estrutura de equipamentos de manutenção, a alternativa é utilizar a técnica de rapel para realizar a  retirada das amostras e o reparo dos pontos identificados com manifestações patológicas. Ao todo, pelo menos 10 amostras do concreto devem ser retiradas durante todo o trabalho. Segundo o diretor-presidente da RodoSol, Geraldo Dadalto, serão retiradas amostras de concreto nos quatro lados do pilar e em três alturas diferentes de cada um deles.

Após a retirada, as amostras de concreto serão levadas para análise em laboratório. Através do contato com um componente químico é possível perceber até onde o concreto foi alcançado por agentes corrosivos como a maresia, por exemplo.

O reparo dos pontos que apresentaram manifestações patológicas são executados de acordo com o manual de procedimentos executivos e constam da delimitação da área afetada, com o corte do concreto e posterior remoção do concreto comprometido. Após esta atividade, o local é limpo e lavado, a armadura de aço é limpa imediatamente e é aplicada a argamassa polimérica com inibidor de corrosão, recompondo, assim, as condições originais da estrutura.

Os procedimentos realizados na Terceira Ponte se tornaram referência nacional, despertando interesse de engenheiros e pesquisadores de todo o País, que vêm ao Estado para conhecer o trabalho. Para Geraldo Dadalto, o trabalho é uma forma de garantir a vida útil da ponte e, consequentemente, a segurança dos usuários que trafegam por ela. “Aumentamos a vida útil da Terceira Ponte de 50 para 100 anos a partir do uso adequado da tecnologia e dos recursos da Engenharia”, afirma.

A manutenção preventiva é realizada sob a coordenação da Recuperação Engenharia. A empresa mineira é responsável por projetos de manutenção e restauração em todo o País, entre eles, a Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte, a Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro e o Rodoanel, em São Paulo.

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